Bombeiros e a relatividade

Desde que bati o carro num caminhão de bombeiros, a rotina mudou completamente. Ao cruzar a rua distraída, não olhei para um dos lados em que vinham carros e bum! Saiu até um líquido fosforecente que eu nunca vi na vida e que eu suponho ser sangue de carro. Nem ia coemntar do acidente, pois não aconteceu nada além de uns roxos, mas a influência desde então é notável. Ando por aí sem carro, já que ele fica pronto entre julho e nunca. Andar à pé é uma delícia. Sinto falta do meu fiél escudeiro de aventuras, mas tô dando graças pela liberdade de andar por aí com pernas apenas. Além disso, durante a batida o impacto afetou a mão esquerda, que bateu na direção (além de um joelho no outro, é claro) e depois de uma semana torcendo pra melhorar, estou com uma tala irritante que não me deixa escrever. Acho que tudo sempre tem seu peso, mas se é negativo ou positivo, eu diria que fico com o relativo. Bati o carro, mas os bombeiros correram pra me socorrer ao invés de gritar que eu era a culpada, como sempre ouço os contarem. E eles ainda me levaram pra delegacia num jipe cheio de apetrechos de bombeiros muito legais. Quanto ao resto, tem horas que é melhor aprender a relevar os bens materiais e pernas pra quê te quero!
3 comentários:
Nossa, mas que maré de azar pra carros, hein?
A Johanna morena também bateu... minha mãe quase bateu esses dias...
Andar a pé é sempre uma delícia!
Nossa bateu o carro?
espero q esteja bem...
eu ainda não dirijo.. sou daqueles que usa e abusa do transporte público quando papai ou algum amigo não dão carona.. e pode ter certeza que não há destino longe demais que eu não enfrente de onibus e metro..
adoro sair livre, andar, conhecer lugares novos..
beijao
Só a aventura que voce viveu de ter vários bombeiros te socorrendo já valeu à pena! E fala a verdade ma, é tudo o que voce sempre quis vai...............
hahaha
beijos querida
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