O verdadeiro domingo fantastico
Como muitos domingos, pelo menos aqui em casa, nos vemos assistindo filmes e desenhos antigos, dando gargalhadas de cenas típicas de mau-humor adolescente, ou expessões infatis até hoje reconhecidas nos gestos.
Muito mais que um desenho, assistindo Charlie Brown agora, e comparando com a infância, ele parece uma análise profunda dos sentimentos de 7 anos. Seja pela sensação de que todos riem de você, pelas paixonites que eram na maioria das vezes platônicas e por isso nos declarávamos em carta. Além da voz do professor que, remexa suas próprias lembraças, parecem sons desconexos e chatos. Será que logo logo as crianças não se identificarão com essa realidade? Os desenhos não têm mais piano. Nesse domingo à noite, esse capítulo em que o Charlie Brown tenta escrever para a menininha ruiva trouxe boas lembranças e espero que ainda traga à muitos outros, por um bom tempo. Boa segunda-feira.
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